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sábado, novembro 15, 2008

Presságios: O Gato Cinza!


-Ontem eu enterrei um gato. me disse o Gabriel hoje de tarde.
-Um gato todo cinza, tipo o Amon.(meu gato) Acho que uns maloqueiros deram uma paulada nele. Eu vi um maloqueiro comentando pro outro, "bah esse gato mexendo nas minhas coisas..."

"Puts," pensei na hora.
-Um gato de olho verde?? não me diz isso que eu fico triste, vê se não é esse aqui? e mostrei pra ele uma foto que eu tinha no celular. Ele olhou, deu uma analisada e disse.. "baah pior, que pode ser."

Porra que merda, isso tem que significar alguma coisa, ontem a noite voltando pra casa bêbado lembrei desse gato, e pensei algo de importância a respeito, mas agora não me lembro o que era. Definitivamente é um presságio, mas agora não sei se é bom ou ruim.

Vou contar sobre esse gato..

Esses tempos eu tava dormindo, e ouvi uma gritaria de gatos seguida por um barulho enorme e oco que me acordou, tomei um susto, mas na hora não consegui raciocinar e entender o que estava acontecendo, e voltei a dormir.

No outro dia de tarde eu tava cozinhando, e tive a impressão de ouvir uns barulhos no forro, achei que talvez pudesse ter ratos no telhado, sei la, mas logo depois ouvi uns miados. Achei estranho mas não dei bola. De noite, eu tava no computador, e ouvia um gato miar, tive quase que certeza absoluta de que tinha um gato dentro do forro, olhei pra cima do telhado pela janela, e tinha um vizinho olhando, perguntei pra ele se tinha um gato no telhado, e ele disse que sim. Me pendurei na janela e realmente vi um gato cinza, indo pro outro lado do telhado, fiquei pensando, como o gato foi parar la em cima e como diabos ele ia fazer pra descer. Como era madrugada, fui dormir, e no outro dia de manha ouvia o gato miar. Decidi então subir no telhado e resgata-lo, desmontei umas telhas, e fui para fora. Vi o gato, mas quando cheguei no topo do telhado ele sumiu. Não entendi. Desci de novo pra dentro de casa e olhei pela janela, foi quando percebi que tinha um pequeno buraco ali, por onde o gato entrava e saia de dentro do forro. Então subi e volta com uma lanterna e tentei encurralar em um canto dentro do forro, ele fez um fiasco na hora e não deixou eu me aproximar. Vi uns plásticos arranhados e rasgados no escuro, porra, o bicho tava a três dias ali no escuro desesperado, e devia estar morrendo de fome, levei um pouco de ração pra ele, e com muita paciência fiquei umas 3 horas subindo e descendo para tentar ganhar a confiança dele e fazer uma amizade. Até que finalmente ele confiou em mim, e veio em minha direção, fiz um carinho nele e ele começou a ronronar, no mesmo momento trocou aqueles miados desesperados e violentos, por miadinhos interrogativos de alivio. Pra tirar ele la de cima foi outra tarefa fóda. Como eu ia descer com o gato que eu tinha acabado de conhecer no colo uma escada alta daquelas? Certamente ele ia me arranhar todo. Dito e feito, o bicho ficou com medo e não quis ir comigo, eu falava pra ele vir, que eu não ia fazer mal pra ele, só queria ajudar. Levei uma bolsa vermelha la pra cima, coloquei ele dentro e desci com ele gritando sem parar e fazendo o maior escândalo no corredor do prédio, então abri rapidamente a bolsa para ele se acalmar e parar, mas nisso ele correu direto pra dentro do meu apartamento. Então vi a sombra do Amon crescendo em direção da porta, e então ouvi os gritos selvagem dos dois. O Amon tinha atacado ele! Corri pra dentro de casa pra ver o que fazer, e os dois estavam rolando, nunca tinha visto o Amon assim, enfurecido, lutando mortalmente contra o gato, que no auge do desespero deu um pulo tentando livrar-se das patas do Amon, e saiu correndo tentando atirar-se pela janela da cozinha, nisso consegui pegar o Amon que bufava com tufos de pêlo do bicho na boca e tentei acalma-lo, achei que ele ia ter um "tróço", ele grunhava respirando ofegante e fazendo um barulho sinistro, parecia que tava possuído e perto de ter um ataque cardíaco. O gato cinza tava pendurado na janela em um impasse de pular ou não. Ele viu que se pulasse seria morte certa. Eu prendi o Amon no quarto e resgatei o gato cinza da janela novamente. Parecia que ele era um suicida. Acalmei os dois, e dai me surgiu uma duvida na qual eu não tinha pensado ainda. E agora?? O que eu vou fazer com esse gato?
O Amon não vai gostar nem um pouco que o gato fique com ele, e pra mim vai ser fóda assumir essa responsabilidade de cuidar de outro gato. Mais um pra sujar. Mais um pra comer.Eu gostaria muito de poder ficar com ele, era um gato bem bonito. Mas eu não podia...

Não sabia se o gato era da rua, ou se tinha fugido de algum lugar, ele era meio crescido, porém ainda em fase adolescente, me lembrava o Leopoldo, outro gato que eu tive e havia morrido. Levei ele até aporta do prédio pra ver qual seria a reação dele. Ele não queria ir, deixei a porta aberta e abri a bolsa na qual levava ele. Lançou um olhar feroz para a rua, pensou um pouco, e saiu num raio pra fora. Quando estava fora do prédio, diminuiu o ritmo e olhou para os dois lados cheirando o ar profundamente. Fui até a porta e sentei para ver o que ele iria fazer, ele veio junto a mim, e ficou do meu lado, como se fosse um cachorro adestrado. Na hora achei isso muito afudê, porra, sempre quis ter um gato assim. As pessoas passavam e ficavam olhando aquilo. -Esse gato é teu? Me perguntou o vizinho que apareceu na janela.
Expliquei sobre o gato e ele disse que eu ia ter que adoptar ele, e eu respondi que não podia. Não sabia o que fazer, desci um pouco a lomba e o gato veio me seguindo, desviando dos obstáculos, voltei e ele voltou também. Foi um momento muito legal, por instantes me senti como um outro felino selvagem. Sentei de novo e ele deitou ao meu lado. Tirei uma foto dele (essa que ta ai em cima). E falei pra ele que ele ia ter que se virar, pensei que talvez ele fosse ficar pelas redondezas, e as vezes assim que possível pudesse ajudar, ele correu para baixo de um carro e ficou olhando as pessoas passarem, aos poucos ele foi descendo, de carro em carro, umas horas vi ele atravessando a rua no sol, e aos poucos ele foi se sumindo. Na hora desejei tudo de bom para ele. Ansiei para que a natureza se encarregasse de dar a ele um bom destino e zelasse pela sua alma. E então, ele se foi...

sexta-feira, novembro 14, 2008

Grandes Merda. Parte 1


Brasil.... Brasil... Brasil... Brasil... Brasil...!

Repetia incansavelmente o disco arranhado do Cazuza, naquele velho e surrado tocador de vinil. Era um fim de tarde onde um helicóptero não parava de rondar pela cidade. E no meio daquele quarto bagunçado, com as paredes verdes e a pintura descascadas devido a alta humidade, eu vejo o meu próprio corpo. Lá em baixo e começando a afastar-se cada vez mais. Na frente a caneta "Mont blanc", que eu havia herdado do meu pai, e o bilhete que ela tinha escrito pela última vez na minha vida. Lembro da imagem embaçada e fora de foco desse bilhete, então "gigante", visto pelo ponto de vista em que eu estava, ali com a minha cara colada no chão. E eu já não tinha mais controle algum sobre os meus movimentos. O bilhete dizia: "Eu tive tudo... E agora não sou nada..."
Talvez na hora em que eu tinha escrito isso, nem tivesse pensado profundamente no que eu realmente estava falando. Agora eu não sou nada? Pois eu nunca fui nada!
Finalmente a minha consciência assimilava isso no momento da minha morte! Foi esse o momento em que eu percebi o quanto sempre fui "uno" com o universo. Senti o meu verdadeiro "eu" expandindo-se infinitamente pelo horizonte. Expandindo-se por todas as direções em uma velocidade imensurável. Eu sempre fui tudo, e sempre fui nada. Agora eu realmente entendia o verdadeiro significado da liberdade.
E foi durante esse tempo, enquanto eu fazia essa grande viagem rumo ao infinito, que fui libertando-me aos poucos. E ao mesmo tempo lembrando o porquê eu tinha falhado ao escrever aquele bilhete. Que na verdade, mesmo sem eu saber naquele momento, era um recado enviado pra mim mesmo, após a morte. A vida era apenas um grande jogo; uma oportunidade única e de probabilidade mínima. Um acaso cósmico da natureza que envolvia muito mais do que a simples matemática de ter concorrido com milhares de espermatozoides para nascer. Era algo muito mais complexo do que a minha burra cabeça animal poderia até então entender. Então pensei o que eu sempre pensei sobre tudo durante a minha vida toda... "Devia ter aproveitado mais enquanto durou e ter dado muito mais valor durante todos os segundo que vivi." Senti um grande agradecimento por ter participado, e logo vi que havia feito uma merda... e que tamanho foi essa merda!

Nesse momento, eu que até então me considerava um gênio, resolvi tentar entender o porquê de toda essa merda. E na tentativa de achar um culpado, uma causa e até entender a própria culpa, resolvi partir analiticamente do principio de toda essa cagada...

A merda toda começou quando...

(continua...)

quinta-feira, setembro 18, 2008

Circular n. 03



99% das pessoas inteligentes ingressam em uma faculdade...
99,8% de pessoas que saem das faculdades, formam-se em belos burros graduados!
Isso realmente vale mais do que ser um "burro sem rabo"?


quinta-feira, junho 12, 2008

Enfim, a dádiva da transmissão de pensamentos.


"Hoje em dia as coisa já tão muito moderna ?"
- um senhor comentou para o outro hoje a tarde na saída do mercado público.
Era um senhor meio velhinho que carregava aquelas clássicas sacolinhas antigas de palha do mercado público, alias, a dele tava bem surrada , amarelada e gasta, nas alças e nas beiradas. Engraçado que a hora em que ele comentou isso foi quando passou um rapaz conversando no telefone celular e trajando um terno escuro, devia ser empresário eu acho... Dai o outro senhor que também aparentava bastante idade pois carregava uns traços fortes no rosto de pessoa cansada e trabalhadora, talvez da área rural sei la, (*bom mas dai eles não estariam comprando coisas no mercado público ? não faz sentido!!!) enfim, ele apenas afirmou com uma expressão positiva de quem tinha sido pego despercebido no assunto e não se interessou muito, na real nem sabia de que diabos o outro maluco tava falando.

Na hora me deu até uma certa pena do cara que falou... coitado... Todo empolgado achando que estaria falando algo novo e interessante pro outro e ele nem ai, talvez eles deviam se conhecer anos também. Bom, depois no caminho eu fui pensando: "Porra que choque cultural aconteceu ali ? A realidade que aquelas pessoas vivem é completamente diferente, praticamente vivem em dimensões paralelas semi-distintas, compartilham apenas as mesmas regras, mas mesmo assim, não são idênticas e nem sequer parecidas, tipo que nem ele falou mesmo, hoje em dia ta tudo moderno, ao menos para alguns..."

Então agora há pouco eu tava conversando com um amigo meu pelo msn que esta na Europa e dai lembrei disso. Pensei, puts mal sabe aquele maluco do que realmente existe, e de quanto mesmo ta moderno pro ponto de vista dele e o que ele ta acostumado, imagina o quanto absurdo deve ser pra ele isso, porque falar por mensagem instantânea pela Internet pra quem não ta acostumado deve ser difícil pra caramba de ser compreendido, tipo, chegamos num ponto em que as fronteiras da compreensão se afastaram muito pra alguns. Imagine se eu estivesse há 500 anos atrás, onde a única forma de comunicação entre pessoas longe assim era a carta.. tente pensar na internet pelo ponto de vista dessa pessoa. imagine que o máximo que a mente pode conceber seja aquilo, a carta, o papel e a caneta... e agora mude, para o computador, viu?
É como se a carta se transforma-se em uma maquina de design inconcebível, como você descreveria isso com a limitação de sua cabeça naquela época? A carta que você envia é recebida automaticamente pela outra pessoa e ela responde na hora? Olha que ideia absurdamente ridícula! mas é fato.. que viagem ? Imagina então isso há 2008 anos atrás...
Claro que o caso desse senhor da "roça" (será?) que eu encontrei no mercado também não chega assim tanto... mas mesmo assim. Enfim, a lição que eu tirei disso é: Deve-se sempre contar com o inesperado, e nesse mundo ninguém pode ter a mínima certeza de nada...

quarta-feira, janeiro 16, 2008

Coisas que vou sentir falta quando partir dessa para a melhor!

Ai vai, sei que parece meio estranho essa nova serie de postagens que irei fazer, mas agora com o [B@h!] na ativa, ando me sentindo mais a vontade para escrever aqui no Crônicas de um Vagabundo sem tanta responsabilidade, e passei a torna-lo algo mais pessoal, ou seja, escrever as merdas que me der na telha sem sentir culpa no cartório, certo, as visitas cairam, perdi 80% dos assinantes do meu feed, (que alias agora é só alguns poucos amigos provavelmente desinteressados (pouquissimos), mas e dai? foda-se... afinal, sempre exaltei que esse blog era um blog underground (blogosfericamente falando...) portanto...

Pode soar meio melancólico da minha parte, diria até meio emo, mas muitas vezes ao dia eu penso a respeito disso, sobre as coisas que eu vou sentir falta quando deixar de perambular nesse mundo, morrer, capotar, desencarnar... enfim, interprete como quiser, e geralmente me pego pensando em coisas estranhas.

Demais do começo ao fim.

Bom, ai vai um das coisas que hoje eu tive certeza que sentirei falta, o cd da Trilha Sonora do filme Pulp Fiction (Tempos de Violência (quem foi o infeliz que batizou assim pro português?) que ocupa o topo do ranking dos meus filmes favoritos e a trilha sonora é simplesmente demais.
Sério, esse é um dos poucos cds que vem me acompanhando durante muito tempo, seja como trilha sonora de exercicios físicos, longos passeios, viagens longas, inspiração para trabalho, cura de depressões ou simplesmente pra alegrar uma manhã bem humorada. E se for contar que trata-se de uma Trilha sonora de filme, com certeza é o único. Bom não preciso nem indicar porque óbvio que todo mundo ja ouviu, mas vale a lembrança e o registro postmortem da minha satisfação, talvez como agradecimento pessoal ao Quentin Tarantino pela bela Coletânea. Enfim, sentirei falta dele, se alguém lembrar, na hora do meu enterro atira ele em cima do caixão. (apesar de que eu não gostaria de ser enterrado... mas isto é outro post...)

quinta-feira, dezembro 13, 2007

A corda bamba da degustação

Nada como sentar em um assento confortável, e relaxar a mente refletindo em sua retina aquele ambiente harmonicamente colorido de vermelho com amarelo, tudo é tão limpo, tudo é tão cheiroso e perfeito para degustar esse hamburguer na sua frente, alias, um dos melhores que a mão de obra humana poda produzir, quase como um sonho de tanta perfeição, um pão com a humidade calibradamente equilibrada, nem tão seco, nem tão humido, um delicioso hamburguer de carne de primeira, com a suculenta gordura escurecida pelo sabor da carne, combinando perfeitamente com esse alface e tomate fresquíssimos que parecem terem sido colhidos em plantações nas nuvens, fora o queijo derretido na temperatura ideal, tão cremoso quanto o núcleo daquelas batatas fritas sequinhas por fora ali ao lado... o ato da primeira mordida é definitivamente o melhor momento do prazer, o momento de aliviar essa grande ânsia causada pela espera e a impaciência... que alivio, mmmmm...

- CUIDAAAADO! NÃO COMA ISSOOO!!!

- Uh!! Porra véio, olha o que tu fêz!!!! Me sujei todo, e tu derrubou meu hamburguer porra, ta loco??!!

- Não, tu é que estaria louco se comesse isso. Está cheio de nanorobôs.

sábado, dezembro 08, 2007

Diálogos sobre o Desconhecido

Ah meu caro, existe uma fronteira que determina uma diferença infinita entre nós dois:
"Eu sou um sonhador, e tu é um sonhador."
Viu? Acabei de dizer algo engraçadissimo e tu nem entendeu, desvende...

sábado, novembro 24, 2007

Inveja Técnológica

Hoje de manhã vi uns piázinhos passando na rua indo pro colégio com uns trabalhos de baixo do braço, comentando um pro outro: "tu imprimiu, tu imprimiu?'
Fiquei abismado, porque eles eram realmente muito pequenos, deviam de estar na 2ª, ou 3ª série. Dai logo após devanear um tempo sobre o quanto a internet e a evolução tecnológica aumentaram a capacidade de informação revolucionando a forma da criação humana, senti uma certa inveja lembrando-me de uma vez quando eu estava na 3a série, e era um dos únicos da cidade a ter computador, e tive a oportunidade de fazer o primeiro trabalho em um computador na minha vida, era um trabalho de ciências, imprimi todo empolgado em uma impressora matricial epson colorida que eu tinha, o detalhe é que ela só imprimia uma cor por vez: azul, vermelho, preto ou amarelo, nem tinha windows e mouse meu pc naquela época, era tudo na base dos comandos pelo MS-DOS, e fui la eu pra aula bem feliz levando meu trabalho, todo exibido... entreguei pra professora aquelas folhas impressa de Azul, as quais eu tinha acabado de destacar os ladinhos que sobravam, que era a parte que servia para fazer a folha correr pela impressora (não eram folhas A4 na época...) e fiquei ali sentado bem na frente, ansioso pelo momento em que ela fosse corrigir os trabalhos, fiquei prestando atenção atentamente nela corrigindo um por um (o que pra mim "retardado do TDAH" ja era um esforço tremendo), e via cada vez mais se aproximar a hora de chegar a vez do meu trabalho no montinho, quando finalmente vi ela com ele na mão, lendo atentamente aos poucos, e de repente, levantou-se chegando na frente do quadro negro e disse:

"Olhem thó... (esse "th" é para reproduzir a dicção dela, porque ela falava o "S" com a lingua entre os dentes... "Athim")
-Olhem que grathinha.. o colega de vothês me entregou um trabalho feito pelo computador... -Athim não vale né... computador Thabe tudo...


E voltou para a classe escrevendo no meu trabalho que ele não valia... foi muito decepcionante pra mim... enfim, hoje em dia os pequeninos já não correm mais o risco de passar pelo mesmo problema.

terça-feira, novembro 06, 2007

Hypes da Feira do Livro


Hoje de tarde fui dar mais uma olhada na feira do livro, fico doente la dentro, em ambos os sentidos dos seguintes fatores

Fator Nº 1: Pelos livros...
Me sinto como quando eu era criança e entrava em lojas de brinquedos... "DB Brinquedos do Shopping Rua da Praia", ah velhos tempos... bah, muito bala..

Fator Nº 2: pelas pessoas...
que povo mais chulé, me desculpem, eu sei que eu sou chato quando sou muito critico, e tento ser o inimigo nº1 da opinião pública, é um dos meus defeitos e eu ando tentando controlar, mas por favor, brasileiro é um povo rafuero mesmo, que raça que merece entrar de corpo e alma pra dentro do orkut e habitar suas profundezas e baixarias para sempre.

Explicarei o porquê...

Na feira do Livro do ano passado eu comentei com amigos, sobre o nojo que eu estava do livro Código da Vinci, por ele ter virado uma espécie de Hype da Feira, e todo mundo tava comprando, só por comprar, e agora esse ano o mesmo, porém, agora os novos Hypes são: Tropa de Elite e O Segredo, bah, esse documentário O Segredo eu achava o máximo logo que foi lançado, lembro de ter mostrado para varios amigos, agora 2 anos depois, me aparece do nada a onda do documentário, com direito a livro, DVD pirata no camêlo da Rua da Praia e tudo mais... bah me decepcionei, que asco, me sinto sujo por ter gostado desse documentário, agora em tudo que é fila de banco se escuta os Proletários comentando sobre Física Quantica com um livro desses debaixo da asa, nem lêem o livro, alias, nem sabem ler, ta lendo o primeiro livro da vida com 50 anos, provavelmente vai ler até o primeiro capitulo e ter preguiça de terminar abandonando na estante e saindo largando migué de boca em boca, que física quantica e não sei o que, porque tem que ser assim... hahaha, que chinelagem, esses dias perguntei pra um na Fila me explicar o que era física quantica.. ele só me olhou de canto de olho e fingiu que eu não existia, olhando pro outro lado, sei la porque ficou com medo de mim, e no final eu fiquei por maluco ou marginal na história... Bom, enfim... E o Tropa de Elite, dispensa comentários né... Por quê essas coisas dão tão certo aqui no Brasil? Orkut, O Segredo, Tropa de Elite... me parece soar como: "Brasileiro é um povo Fofoqueiro e Sociavel, Tarado que adora uma Putaria, Vagabundo mas sempre com Esperança de ver Dinheiro cair do céu, Adora levar vantagem e uma gambiarra do tipo dvd pirata é sempre bem vinda, fé em Deus e dízimo na cesta, pra não ser assaltado na próxima esquina ou levar uma bala perdida em um momento oportuno..." Isso aqui õ - õ, é um pouquinho de Brasil ia - ia...

(ah, e Brasileiro também adora ouvir falar mal dele mesmo.. hahahaha)

Em homenagem:

domingo, novembro 04, 2007

Guardiões - Ato 1, Desvendando o Segredo

- Muito cuidado com o que pensa! Eles estão por aqui...
- Eles? Eles quem?
- Pshhh! Controle seus pensamentos! "Eles", são aqueles que comandam o fluxo do universo...
- De que está falando? Quem são eles?
- Não seja besta! Ninguém sabe quem são eles, eles não existem.

domingo, outubro 21, 2007

Como tornar o dia feliz...

Lista de afazeres do dia:

* Plantar uma árvore.
* Colher um lixo do Rio Guaíba.
* Fazer alguém feliz.
* Alimentar um animal
* Sonegar o Imposto de Renda.
* Assaltar um Deputado

Moral da história, "ladrão que rouba de ladrão tem 100 anos de perdão." Você sustentaria um funcionário seu que não cumprisse o seu trabalho?

Veja e compreenda: Os Tributos no Brasil - Tabela de Impostos em Produtos


Parei pra calcular o quanto eu pago de imposto por dia. Pra onde vai todo esse dinheiro? não tem nem uma lixeira na minha rua, ninguém arruma as calçadas, nada é do jeito que me agrada, não faz sentido eu pagar isso e não receber nada em troca. Se eu economizasse esse dinheiro eu nem precisaria trabalhar. e quanto aos mendigos? eles comem.. e pagam imposto. pelo o que? eles não tem nem casa, e tampouco são bem vistos em lugar nenhum. Meu cachorro também come, e ele também paga imposto, pra que? ele é um cachorro! Não seria melhor se podessemos escolher para onde queremos que seja revertido o imposto que pagamos? senão eu ao invés de pagar o imposto, prefiro comprar uma lixeira, arrumar a calçada , limpar o guaíba. Isso tudo eu mesmo posso fazer, e no final das contas ainda sairia ganhando... E o salário dos deputados e de todos os governantes. Eu pago pra eles um salário maior do que eu recebo, pra eles fazerem um trabalho que eu faria melhor por conta própia, e se eu não pagar vou preso? nada disso faz sentido... e eu sou vagabundo.

quinta-feira, outubro 18, 2007

Ritalina

Finalmente voltei a tomar minha "Rita" e ergui a bandeira branca de trégua, é, fui obrigado a dar o braço a torcer... depois de muito relutar contra minhas paranóias definitivamente me convenci de que realmente minha psicóloga tinha razão... eu tenho um distúrbio mental! e não posso ficar sem medicação. Me lembro de que antes de começar a tomar o medicamento eu procurei me informar sobre a ritalina na internet, porém nunca encontrava um conteúdo que me convencesse, então pra servir de referência para aqueles que como eu buscam saber mais sobre o medicamento, vou contar um pouco da minha história.
Desde pequeno tive dificuldades de manter minha atenção, mas isso não significa que eu sou aqueles abobados que não presta atenção em nada, pelo contrário, me dedico ao que estou fazendo, o meu problema sempre foi em ter vontade de fazer tal coisa, começo a fazer uma coisa, e não termino porque ja quero fazer outra, e logo me desinteresso por ela.. e assim por diante. . Quando resolvi buscar ajuda na psiquiatra, desconfiava muito sobre o medicamento, óbvio que no começo eu tava loco pra tomar pra curtir uns efeitos psicotrópicos e tal, mas logo que comecei a tomar foi uma maravilha, minha vida evoluiu muito em questão de uma a 2 semanas, era uma diferença notável, porém comecei a me sentir dependente do medicamento, e isso me causou uma paranóia,, resumindo, eu achava que estavam tentando me viciar pra ficar tomando meu dinheiro. Resultado, parei de tomar a Ritalina, e o pior, demorei 2 meses pra perceber o quanto minha vida ficou desleixada... ou seja, por conta própria percebi que eu estava errado. Me arrependi de ter parado de tomar e agora comecei a tomar de novo... portanto se você esta passando por paranóias parecidas, ai vai meu conselho. Toma essa Ritalina e Não viaja! Mais além contarei mais sobre minhas novas experiências...

Tão simples quanto: 1+1=2

Sempre que eu saio na rua me revolto com algumas atitudes das pessoas, e uma coisa que eu não consigo entender até hoje é: Qual a dificuldade que as pessoas tem em assimilar duas simplíssimas equações?

1- No trânsito: pé na faixa é igual a pé no freio. simples!
Não consigo entender isso, não sei se os dementes não conseguem assimilar esse comando porque tem algum tipo de déficit de aprendizagem ou porque é grosso mesmo.

2-Meio ambiente: lugar de lixo é na lixeira. Bituca de cigarro, chiclete ou a merda que seja, põe no lixo porra, se não tem lixeira põe no bolso e joga fora depois, sei la, se vira... Nada me deixa mais revoltado nesse mundo do que ver gente jogando lixo no rio, na grama, ou de qualquer outro maneira que desrespeite a natureza, bituca de cigarro na grama? puta merda, vai toma no cú um animal desses, parece que tem o pensamento limitado...

E tu, que acabou de ler isso? consegue assimilar essas duas simples equações?

imagem:www.cartunista.com.br

quarta-feira, outubro 17, 2007

A internet substituirá a novela das oito?

Agora eu estava pensando sobre isso, me lembro de quando eu era pequeno o quanto era sagrado o horário das oito... alias, isso era nos anos oitenta, (teria isso uma relação com o horário?) bom.. continuando, me lembro de toda a mulherada comentando, ai não posso perder minha novela, também lembro de que o que iria acontecer no próximo dia na novela era assunto importantíssimo.. tipo: "quem matou odete roithman" e essas coisas... eu nem curtia muito essas novelas, mas como eu era pequeno e a sociedade era superiormente maior que eu, acabava entrando na onda.. hoje, agora que cresci minha rotina mudou, ja posso tomar minhas própias decisões sobre o que fazer ou assistir no horário nobre. Internet, computador, isso nem existia naquela época... eu não tive essa oportunidade, mas hoje em dia as crianças tem, dai que me pergunto, com muito mais coisa interessante na internet do que em um canal de tv com uma programação imposta guela abaixo, será que a internet é a nova dona do horário nobre?

quarta-feira, outubro 03, 2007

Como saber se você esta sendo usado?

Taí uma equação simplíssima de ser resolvida, tão simples que geralmente nós nunca resolvemos. Como básico só sera necessario bom senso, auto-honestidade, respeito a si própio e como ferramenta indispensavel uma formulazinha que eu chamo de "balança".

Primeiro Passo:

Ponha-se de um dos lados desta balança imaginária, depois escolha a pessoa que ira fazer contra peso, a que tu quer saber se "ta ou não" te usando no caso. Agora tu vai fazer uma lista, pode ser mental mesmo, ou dependendo da pessoa vai ter que ter um papel e uma caneta para anotar.. confronte-se com a seguinte questão: "O que você esta oferecendo para essa pessoa?" estipule um limite entre os últimos 15 dias, e retire como amostra o histórico desse meio tempo, se for necessário colha uma amostra um pouco maior, na real, isso vai depender do grau de convivência entre tu e essa pessoa, mas tente sempre colher a amostra com o menor número de dias possível, pra não ficar uma lista imensa. E agora pergunte-se a sí mesmo novamente "O que você ofereceu a esta pessoa nesses ultimos 15 dias? Comece com o dia de hoje, depois pense no dia de ontem e vai indo assim por diante, até o final do prazo. Pronto, agora repita todo o processo porém dessa vez com a pergunta: "O que essa pessoa está oferecendo pra ti?", e seqüencialmente "O que essa pessoa ofereceu pra ti nesses ultimos 15 dias?", repita passo a passo tudo e pronto. A seguir compare as amostras e veja o resultado.

Resultados:

1- Você esta concedendo mais de sí mesmo para essa pessoa do que ela pra você.
procure debater isso com essa pessoa e veja se isso realmente está acontecendo ou se você esta sendo injusto com ela e roubando nos resultados pra se sair bem na fita... veja bem hein? roubar significa enganar-se a sí mesmo, porém se você realmente esta cedendo e não está ganhando nada em troca.. fuja, e livre-sedessa bomba... corre! agora! desliga o computador e larga...

2- Ambos estão equilibrados, bom perfeito, afinal essa é a moral de qualquer relação.. uma troca de favores em que ambas as partes saem ganhando...

3- Você esta abusando e usando a pessoa sem oferecer nada e troca.. bom primeiramente talvez você esteja novamente sendo injusto consigo mesmo, pois geralmente pessoas que fazem isso não se dão conta de nada, e nem iriam perceber que estão fazendo isso pra chegar a esse resultado, porém, se você tem certeza do resultado.. te mata meu! sem vergonha, vagabundo(a), chinelão(ona), vê se toma vergonha nessa tua cara, e nem volte mais pra ler meu blog... vai, vai, vai, vaza e não olha pra trás... só pensa em olhar pra trás quando aprender a ter um pouco de ética...

Obrigado aos meus inspiradores...

terça-feira, setembro 18, 2007

Não adianta fazer manha!


Esses dias fui com um amigo meu na redenção.. ele foi levar o filhinho dele pra passear...
é tri ver os pequeninos brincando, pessoinhas conhecendo o mundo e aprendendo a viver...
me faz lembrar de quando eu era pequeno também, e me faz rever as lições que eu tive quando me apresentaram a vida, porém, por outro ponto de vista...
uma hora ele foi brincar de jogar futebol com as outras crianças que estavam ali..
daí em determinado momento ele pegou a bola e quis levar pra casa..
detalhe: a bola da outra criança.. hehe
E la foi o pai dele explicar pra ele que ele não podia levar a bola pra casa porque não era dele e blá blá blá... foi ai que eu tomei o této... (tomar o teto=assimilar uma informação) Ta aí uma lição de vida que se leva anos pra aprender... e a ficha caiu pra mim só ali naquele momento... essa lição é primordial. Bom, óbvio que ele não queria entregar a bola né.. e iria utilizar de todos os artíficios humanos pra ficar com ela, inclusive o pior inimigo do homem, a manha ... e isso caiu como um chapéu pra mim, para todas as situações que eu tinha vivenciado até ali em toda a minha vida. exatamente pra tudo que eu presenciei no universo, toda a gota de conhecimento que meu cérebro tinha absorvido até ali do mundo...
independente do quanto você gosta ou ama alguém ou alguma coisa, nada, e absolutamente nada nessa vida é pra sempre... acreditar nisso é enganar aos outros e a si mesmo.. a vida deve ser vivida tendo-se sempre em mente que tudo não passa de uma bola emprestada de um colega desconhecido e encontrado ao acaso em um parque...
nada ali era pra sempre, nem os amigos, nem a terra, nem nós mesmos e nem nada do que se podia tocar e sentir..
muito menos a bola...
isso é assim e nada vai mudar,
é uma lei natural e não adianta fazer manha...

"Fazer manha é igual a enganar a sí mesmo com sentimentos mesquinhos"

Destinos Cruzados


um dia eu tive uma calopsita, era do meu irmão na verdade, fiquei puto da cara no dia em que ele comprou... não me conformava nem um pouco com a idéia de um animal voador, preso em uma gaiola de uns 20 cms cúbicos... um absurdo!
e ainda por cima o doente maltratava o bicho,
vê se pode?
O bicho bicava ele e ele que ficava irritado, e dava uns peteleco nela...
resultado... ela não gostava dele ... e ele logo desprendeu-se dela..
ele é um "tirano" nato mesmo... mas isso é outra história...
Bom um dia ele casou e foi embora de casa, e o bicho ficou na minha.
Logo me simpatizei com ela, ia fumar na sacada e ficava viajando na dela depois...
Ela foi se acostumando comigo, e eu até ensinei uma musica em assobio pra ela...
Ficamos amigos, e eu tocava a musica do pica-pau na viola pra ela..
E ela curtia, passou a ser feliz e cantar ao amanhecer...
Calopsita é um nome muito complicado... batizei ela de Proparóxitona.
Ao anoitecer esfriava, então eu trazia ela pro quarto, quando apagava e acendia a luz ela fazia um barulinho.. hahaha
um dia resolvi tirar ela da gaiola... ela ficou apavorada, e eu não conseguia por ela de volta pra dentro.. ela tentou voar toda desengonçada, e se debateu dentro do quarto.
até eu me assustei...
mas no fim coloquei ela de volta, e passou.. o coraçãozinho dela batia acelerado..
e eu percebi nos olhos dela, que ela tinha gostado da aventura...
ela tava na adrenalina... eu via que parecia que ela tava pensando no que tinha acabado de acontecer...
com o tempo ela começou a curtir sair, eu levava ela pra passear, dentro do quarto é claro...
vi o quanto ela era inteligente, parecia um cachorro.. e aquilo foi mudando completamente meu conceito aos pássaros... e também à todos os animais... porque logo percebi que não sou mais inteligente que nenhum deles... alias.. sou o mais burro...
naquela época até parei de comer carne...
um dia coloquei ela em semi-liberdade... abri a metade da gaiola dela com um alicate, assim ela podia sair e voltar na hora que bem entendesse...
ela ficou super feliz, andava solta dentro de casa, e ao anoitecer voltava pra gaiola dela..
ah, e pra comer também...
As vezes eu via o quanto ela olhava pra janela, com uma cara de desafio...
Ela se sentia um animal de verdade ao olhar pra rua e perceber o infinito do universo...
E eu por outro lado me sentia super feliz comigo mesmo por poder dar pra ela esse conhecimento.
Certo dia voltei da aula, e a empregada tinha aberto todas as janelas da casa, tava um dia lindo... ensolarado, o sol brilhava fortíssimo refletindo nos cumes dos prédios.. o céu azul, limpinho.. com poucas nuvens, bem brancas.. o ar fresco do outono gaúcho... era meio dia.. um horário em que todos comem, e um silêncio tranquilizante se espalhava pela cidade... vi que ela não tava na gaiola, e logo pressenti...procurei ela por tudo e ela não tava... vi que ela tinha partido, as janelas estavam muito tentadoras mesmo...
no inicio fiquei preocupado com ela... será que ela estava preparada?
fui um pouco egoísta, e fiquei um pouco triste também, porque vi que ia sentira saudades dela...
derrubei umas duas lágrimas... mas logo abafei.
ela havia escolhido o caminho dela... seguiu o caminho do seu coração.
na época eu me senti da forma errada... achava que ela pudesse morrer, e me senti irresponsável,
achava que ela nunca me perdoaria... eu era um tolo.
Hoje eu vejo o quanto aprendi com ela, e sei que ela esta agradecida por mim...
independente do rumo que levou o destino dela, ao atravessar aquela janela, ela era muito sábia....
e sabia bem o que estava fazendo...
eu cruzei o destino dela pra dar pra ela a liberdade de um guerreiro...
e ela entrou no meu, para me ajudar a compreender melhor a vida, e perceber o quanto a vida me ensina no dia a dia, e quem sabe um dia eu possa até estar preparado para me sentir um animal de verdade e perceber o infinito do universo...
atingir a liberdade...
assim que nem ela.

Ela me deu um presente, e eu estou compartilhando ele com os que queiram...

sexta-feira, setembro 14, 2007

Diálogos de rotina - Parte 1

- Olá moço, tudo bom?
- Opa, tudo.
- O Senhor gostaria de ajudar com a construção da nova cúpula da nossa Igreja?
- Não Obrigado.
- É que tu sabe... a cúpula antiga esta em ruínas, e a nova será de bronze, e fará um liiindo reflexo do sol por toda a cidade...
- Não, eu sou Anticristo!
- Ai que horror, não fale isso nem brincando... cruz credo, Deus vai lhe castigar.
- Porque? eu disse que sou Anticristo, não anti Deus... viu que patético, nem tu mesmo consegue reconhecer a tua própria definição de "Deus", o teu Deus não seria tão estúpido assim e teria poder o suficiente pra entender o que eu to falando...
- Mas que isso senhor! como ousa ofender dessa forma o Deus da nossa igreja? não percebe que está contrariando o todo poderoso!!!
- O único ofendido aqui é tu, o todo poderoso nunca se ofenderia, pois se ele for todo poderoso, não tem tempo para mesquinharias...
- Esta me dizendo que não reconhece a divindade da criação?
- Não. Estou dizendo é que o Criador me criou assim... e tu? Como ousa contrariar o todo poderoso??
- Como assim?
- Até logo...